Levando em consideração os critérios técnicos que são adotados em cursos e concursos musicais e, observando boa parte dos cantores brasileiros, observamos a quantidade deles que perdem e muito nestes quesitos e, por outro lado, também descobrimos talentos escondidos que se receberem um pouco de nossa atenção, certamente não deixam nada a dever no que diz respeito a critérios técnicos, assim como subjetivos que nos levam a admirar alguma música, ou o próprio cantor. O subjetivo refere-se ao pessoal, ao individual, que faz com que alguém ouça ou não uma música, lembrando que o público realmente não dá a menor importância para critérios técnicos, mas para a capacidade da música de evocar neles boas sensações, que na verdade depende do contexto.
Em um país como o nosso, temos muitas cantores que nos trazem músicas capazes de gerar em nós estas "boas sensações", mas que por falta de investimento, infelizmente para nós ouvintes, são desconhecidas do grande público. Vou apresentar uma destas duplas que por acaso ouví em uma lanchonete esses dias, resolví investigar e encontrei mais músicas deles. Desde então, tenho os ouvido muito. Para quem gosta de música sertaneja/romantica, estilo Bruno e Marrone, Vitor e Léo, Edson e Hudson, etc, é uma boa pedida.
( Ao clicar na imagem abaixo você será redirecionado a um site onde é possível conhecer melhor a dupla, inclusive suas músicas.)
A dupla chama-se "Raul e Ruan", são dois Goianos que já tem estendido o seu sucesso além de Goiás, chegando ao grande interior mineiro. De Goiania a Patos de Minas é uma longa estada, não é fácil percorrê-la.
Mas porque algumas músicas fazem isso?
Geralmente uma música causa ou não boas sensações por causa de associações passadas que possam ter sido feitas, com a letra, com o ritmo, com o estilo, ou com memórias que elas evocam. O condicionamento clássico é um mecanismo e tanto para a eliciação de tais sensações. Quem é que, quando ouve uma determinada música, não se lembra de uma situação maravilhosa, como um beijo que ocorreu no passado quando a ouvia também? Essa sensação é explicada pelo emparelhamento do estímulo neutro "música", com o estímulo incondicional para a resposta de prazer "beijo", após o emparelhamento, o estímulo antes neutro "música"(ou seus componentes) torna-se um estimulo condicional para a resposta de "prazer", que serve de Sd para nos lembrarmos da situação. Quando isso acontece, ao ouvirmos a música o nosso organismo terá reações semelhantes as que teríamos quando beijávamos. Esse tipo de condicionamento pode acontecer com qualquer tipo de situação, não só com o beijo. Em algumas, maioria inclusive, nem mesmo nos damos conta do porque gostamos de alguma música.
A música as vezes também serve como estímulo discriminativo para que nós nos comportemos de maneiras bem agradáveis, como dançar, que pode ser reforçado pelo prazer da própria dança, ou por estar dançando com alguém agradável, ou por outras consequências como a partir de uma dança, darmos início a uma grande paixão. Os reforçadores são inúmeros e assim como no condicionamento clássico, muitas vezes nem mesmo nos damos conta deles.
Em um país como o nosso, temos muitas cantores que nos trazem músicas capazes de gerar em nós estas "boas sensações", mas que por falta de investimento, infelizmente para nós ouvintes, são desconhecidas do grande público. Vou apresentar uma destas duplas que por acaso ouví em uma lanchonete esses dias, resolví investigar e encontrei mais músicas deles. Desde então, tenho os ouvido muito. Para quem gosta de música sertaneja/romantica, estilo Bruno e Marrone, Vitor e Léo, Edson e Hudson, etc, é uma boa pedida.
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Mas porque algumas músicas fazem isso?
Geralmente uma música causa ou não boas sensações por causa de associações passadas que possam ter sido feitas, com a letra, com o ritmo, com o estilo, ou com memórias que elas evocam. O condicionamento clássico é um mecanismo e tanto para a eliciação de tais sensações. Quem é que, quando ouve uma determinada música, não se lembra de uma situação maravilhosa, como um beijo que ocorreu no passado quando a ouvia também? Essa sensação é explicada pelo emparelhamento do estímulo neutro "música", com o estímulo incondicional para a resposta de prazer "beijo", após o emparelhamento, o estímulo antes neutro "música"(ou seus componentes) torna-se um estimulo condicional para a resposta de "prazer", que serve de Sd para nos lembrarmos da situação. Quando isso acontece, ao ouvirmos a música o nosso organismo terá reações semelhantes as que teríamos quando beijávamos. Esse tipo de condicionamento pode acontecer com qualquer tipo de situação, não só com o beijo. Em algumas, maioria inclusive, nem mesmo nos damos conta do porque gostamos de alguma música.
A música as vezes também serve como estímulo discriminativo para que nós nos comportemos de maneiras bem agradáveis, como dançar, que pode ser reforçado pelo prazer da própria dança, ou por estar dançando com alguém agradável, ou por outras consequências como a partir de uma dança, darmos início a uma grande paixão. Os reforçadores são inúmeros e assim como no condicionamento clássico, muitas vezes nem mesmo nos damos conta deles.
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